Florística, classificação sucessional e síndromes de dispersão em um remanescente de Floresta Atlântica, Moreno-PE

Autores

  • Lamartine S. B. Oliveira Universidade de Brasília
  • Luiz C. Marangon Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Ana Lícia P. Feliciano Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Aldeni S. de Lima Universidade de Brasília
  • Mércia de O. Cardoso Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Valdemir Fernando da Silva Universidade Federal Rural de Pernambuco

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v6i3a1384

Palavras-chave:

Fragmentação de habitat, grupos ecológicos, componente arbóreo, regeneração natural

Resumo

O objetivo neste estudo foi avaliar a florística, a classificação sucessional e as síndromes de dispersão do componente arbóreo em remanescente de Floresta Ombrófila Densa. A área localiza-se no Engenho e Destilaria Dourado em Moreno - PE. Foram locadas 15 parcelas de 10 x 25 m para o componente adulto (CAP ? 15 cm) e 15 subparcelas de 1 x 25 para a regeneração (CAP < 15 cm e H > 1 m). Os indivíduos amostrados foram classificados em família, gênero e espécie, sendo as espécies classificadas quanto ao grupo sucessional (pioneiras, secundárias iniciais e secundárias tardias) e à síndrome de dispersão (anemocóricas, autocóricas e zoocóricas). Foram amostrados 444 indivíduos adultos e 407 regenerantes, pertencentes a 31 famílias, 47 gêneros e 76 espécies. As famílias com maior riqueza foram Mimosaceae, Melastomataceae e Myrtaceae. Este fragmento encontra-se em início de sucessão, pois 82% das espécies são pioneiras ou secundárias iniciais. A dispersão predominante foi a zoocórica. O conhecimento das espécies presentes nessas áreas, bem como o estádio de sucessão e a síndrome de dispersão, é de suma importância na elaboração de intervenções de conservação e restauração dessas áreas de Floresta Atlântica.

Biografia do Autor

Valdemir Fernando da Silva, Universidade Federal Rural de Pernambuco

 

 

 

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Publicado

2022-03-14

Edição

Seção

Ciências Florestais