Avaliação do potencial de degradação de fungos causadores de podridão branca

Autores

  • Geisi A. da Silva Universidade Federal de Sergipe
  • Regina H. Marino Universidade Federal de Sergipe
  • Mônica E. G. Lopes Universidade Federal de Sergipe
  • Thaís Á. Almeida Universidade Federal de Sergipe
  • Ângela C. F. Costa Universidade Federal de Sergipe
  • Marcus V. G. Martins Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v5i2a628

Palavras-chave:

biodegradação, basidiomicetos, eucalipto

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial degradador in vitro de fungos causadores de podridão branca em serragem de clones de eucalipto. As espécies fúngicas de podridão branca utilizadas nos testes in vitro foram: Pycnoporus sanguineus, Phellinus gilvus e Schizophyllum commune. O experimento foi realizado em arranjo fatorial 3 x 3, disposto em delineamento inteiramente casualizado. Os parâmetros analisados foram: diâmetro do crescimento micelial (cm), velocidade de crescimento (cm dia-1), densidade micelial dos isolados fúngicos e perda de massa da serragem (%). Os isolados Phellinus gilvus e Pycnoporus sanguineus apresentaram maior velocidade de crescimento e resultaram em maior perda de massa da serragem em relação ao Schizophyllum commune. Pycnoporus sanguineus apresentou maior adensamento micelial que os demais isolados em todos os clones testados. Dentre os clones testados, o 2361 foi o que resultou em menor velocidade de crescimento dos isolados fúngicos e menor perda de massa da serragem, mas favoreceu a formação de micélio mediamente a fortemente adensado em todos os isolados fúngicos. Dos isolados testados, Pycnoporus sanguineus e Phellinus gilvus foram os mais eficientes na degradação in vitro da serragem de eucalipto.

Biografia do Autor

Marcus V. G. Martins, Universidade Federal de Sergipe

 

 

 

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Publicado

2022-03-16

Edição

Seção

Ciências Florestais